Sala Odriozola

sala odriozola

Ao entrar na Sala Odriozola, centralizada, a obra do artista japonês Kosuke Iwata impõe. Trata-se de uma composição de drapeado em cetim vermelho queimado nas bordas e contido num semi círculo de ferro oxidado (obra exposta no MASP, em 1987). Ao sair da sala, mais duas composições de Iwata em tecido e sombras da fuligem são reveladas. O vermelho predomina, é a origem do artista do país do sol nascente, já a fuligem talvez faça alusão a bomba atômica na segunda guerra mundial. Ao lado de Iwata completa a sala a coleção do artista basco Fernando Odriozola (1921 - 1986),  que serviu na Africa em 1936, durante a Guerra Civil espanhola. Em 1953, Odriozola passa a residir no Brasil. O artista utiliza a sucata, peças desconectadas de sua função original, e usa o negro como fundo em composições unindo objetos e desenhos em tons brancos e pastéis. A lua crescente parece assinar suas obras, é o branco relevado da sombra, como uma promessa de um mundo melhor que está por vir. Para Iwata a fuligem, o negro se sobrepõe, vem de fora. Para Odriozola a luz se revela do negro.

A sala tem capacidade para acomodar até 10 pessoas, para reuniões intimistas, workshops ou encontros criativos em encontros marcantes e produtivos.

Oferece: televisão LCD, internet wi-fi e café.

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